Bonecos do artesão Mestre Apolônio estão sendo reformados‏

bonecos4 bonecos1O artesão bezerrense Venceslau Gomes, está realizando uma ampla reforma na mesa de bonecos  do saudoso Mestre Apolônio; a mesa pertence a ao acervo cultural do Museu do Papangu, que funcionava na Estação da Cultura. Os bonecos de Mestre Apolônio são bastante conhecidos da população bezerrense, principalmente  os que tem idades entre  quarenta e sessenta anos , pois era uma das grandes atrações culturais, nas festas de final de ano.

O brinquedo funciona na eletricidade, com uma ampla engrenagem, na parte de baixo, e uma roldana, na parte superior, que faz com que todos os personagens, se movimentem ao mesmo tempo; dentre os personagens podemos destacar os papangus de bezerros, o forró dos papangus e o pau de sebo, folguedos muito em voga na época e que se encontrava em total abandono.

Os bonecos ficarão expostos no museu da Estação que deverá ser reaberto em breve.

Da Assessoria de Imprensa


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BEZERRENSE LANÇA LIVRO NA CAPITAL

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Charge: Givanilson

O bezerrense Célio Lima, estudante de filosofia da UFPE, lança no próximo dia 20, no Mercado da Boa Vista, em Recife, o seu segundo trabalho,  O LIVRO : “SEM NINGUÉM” (POEMAS PORNOFOLÓGICOS DE CÉLIO LIMA). A ideia do escritor  é fazer uma turnê-literária pelo interior a partir do próximo mês. “ESSE SEGUNDO TRABALHO SÃO 30 POEMAS PORNOFONOLOGICOS SELECIONADOS POR LEITORAS MINHAS E POR MIM PRÓPRIO, ONDE ABORDO A SEXUALIDADE, FILOSOFANDO COM O COTIDIANO, DESEJOS, GOSTOS 1 OLHAR NO QUE É O RELACIONAR-SE COM O OUTRO, OUTROS ETC.”, REVELA.  O PRIMEIRO TRABALHO, DIZ CÉLIO, “FORA CANTICOS EM HOMENAGENS AOS ARTISTAS E AOS POETAS AMIGOS QUE ME INSPIRARAM EM ALGUNS MOMENTOS”. CONCLUI

O outro lado, “O ANT!AMOR Q + AMA”

Fred Caju

Editar uma obra de Célio Lima não é fácil. É um poeta decidido, não abre mão do que acredita. Vai sempre pelo lado contrário. É difícil compreender, pelo menos de imediato, o quanto O Poeta-Matuto-Marginal (aqui escreverei sem as três exclamações para não parecer que estou gritando com ninguém) tem intensão em ir a contrapelo.

A desconstrução da linguagem, os escrachos com a gramática e com o convencional continuam fortemente presentes. A “linguarquia” mesmo quando decifrada — ao meu ver — ainda precisa de um certo apoio do léxico vigente. Algo que pode ser trabalhado com o tempo ou ainda mais distanciado pelo poeta. Ele é quem saberá.

A nova empreitada do bezerrense Célio Lima, há muito vem sendo nutrida entre os seus poemas. Sexo, Poemas e Rock’n Roll, não é só o nome do blog que o poeta participa, é parte fundamental dentro do seu universo lírico-marginal.

Não se trata de putaria. Ou melhor, não se trata apenas de putaria. É o outro lado do amor. Que todo mundo tem, todo mundo gosta, todo mundo quer. Mas que é taxado de indecente ao primeiro sinal de conservadorismo cristão. Que “NOSSA SENHORA DO KARAY D’ASA” nos proteja dessa caretice!

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