Bolsonaro fica inelegível após STJ manter condenação em ação por dano moral em favor da Maria do Rosário?

Primeiramente meu intuito na coluna de hoje não é falar de posicionamento político, mas sim esclarecer aos leitores o aspecto jurídico da situação fática.       
Muito se repercutiu essa semana, em relação a decisão do STJ em manter a condenação do deputado Jair Bolsonaro, que em 2014 em uma discussão com a então deputada Maria do Rosário, o mesmo afirmou que não estupraria a então deputada “porque ela não merece”. No caso em questão já houve a sua condenação em primeira e segunda instância, e ao recorrer ao STJ, o deputado também não obteve êxito no egrégio tribunal, que manteve sua condenação a pagar a quantia de 10 mil reais a deputada em indenização por danos morais.
 
      Pois bem, muitos sites, páginas e blogs, estariam afirmando que o deputado teria perdido seus direitos políticos e o mesmo estaria inelegível, porém essa informação NÃO procede. Pois trata-se de uma condenação de indenização por danos morais, com base em uma ação na esfera cível, e a “lei da ficha limpa” se aplica a políticos condenados CRIMINALMENTE, em decisão transitada em julgado (podendo ser em primeira instancia), ou proferida por órgão judicial colegiado (segunda instancia em diante) no qual aqui em segunda instância, o político condenado criminalmente ficaria inelegível mesmo sem trânsito em jugado, o que não impediria claro do mesmo recorrer para tentar reverter essa decisão.
 
      Como a referida lei não se aplica a situação em questão, não gera as consequências de inelegibilidade ao deputado Jair Bolsonaro, em razão da natureza jurídica do fato advir da esfera cível, portanto é importante termos cuidado com o que se noticia, e sempre procurar fontes mais confiáveis, e independente de ideologia politica devemos ser sensatos e racionais para analisar todas as situações que envolve nosso polêmico dia a dia político, associando-o com as nossas leis, concordando ou não com elas.

Neto Torres/Advogado

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Quando a lambança já foi feita, o que vem não surpreende mais

Retrospectiva: o congresso, em abril de 2016, vota a abertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma. Tentativa de golpe? “Não”- foi a resposta que muitos dos que se dizem entendidos da política falaram.
Passados 180 dias, deste fato, ocorreu o impedimento do mandato presidencial e temer foi empossado. Golpe instalado? a resposta dos nossos “cientistas políticos” supracitados foi mais uma dessas baboseiras clichês que eles geralmente falam.
A economia se arruína; o índice de desemprego se alavanca; a terceirização se legitima; as Reformas trabalhistas e previdenciária estupram os direitos do trabalhador brasileiro, e o que dizem os “nobres intelectuais”?”Estamos nos assolando por culpa do PT”; “isso é herança de Dilma”.
Ter que lidar com comentários acéfalos do tipo “vai para cuba, comunista” é suportável. O que não dá para aguentar é ver a população brasileira, principalmente a trabalhadora, na acepção marxista da palavra, ter seus mínimos direitos sendo assassinados, e achar que está tudo bem.
Para enfeitar este bolo, nesta semana foi apresentada para votação a reforma política, que mais uma vez fere os princípios da democracia e garante as plenas condições de elegibilidade para aqueles candidatos que lá já estão e que estão acostumadas a comprar o cargo que ocupam. Aí eu volto e te pergunto: você tem certeza que não houve golpe? se a resposta permanecer negativa, me desculpe mas sugeriria você a volta para alfabetização.

Mikhail Gorbachiov é Cientista Social pela UFPE

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Síndrome da areia movediça

Ninguém tem dúvidas que a reforma política é extremamente necessária e urgente. Todos sabem que é preciso melhorar o sistema eleitoral brasileiro, mas esse é o problema. Cada parlamentar tem a sua própria reforma e ninguém chega a um consenso. Uns priorizam o sistema eleitoral, outros o sistema partidário e outros suas conveniências. E o pior é que às vésperas de toda eleição muda-se a regra.

Nesse momento está em discussão na Câmara dos Deputados mais uma tentativa e já começou a confusão. A comissão especial que discute o tema aprovou relatório com algumas mudanças, dentre elas o chamado distritão para a eleição dos deputados, já para 2018.

No distritão os deputados eleitos seriam os mais votados nos respectivos distritos. No caso de Pernambuco que tem 25 deputados, seriam eleitos os 25 mais bem votados. Não haveria mais o voto de legenda e nem o chamado quociente eleitoral. É o que se chama de verdade eleitoral.

A verdade eleitoral, a princípio, parece o modo mais justo. Mas só parece. Tornar a eleição de deputados majoritária e dessa maneira, na prática favoreceria os mais ricos, mais conhecidos e facilitaria a reeleição de muitos. A renovação fica comprometida. Há muita oposição a esse modelo e dificilmente passará no plenário da Câmara. Aliás, na era Eduardo Cunha foi proposto e derrotado. O distritão é uma bandeira do PMDB e só por isso já merece desconfiança.

Atualmente o nosso sistema é proporcional com lista aberta e o eleitor pode votar diretamente no candidato ou na legenda do partido. A soma dos votos dados ao partido ou coligação é o que define o numero de vagas. Nesse modelo um candidato pode se eleger com quantidade de votos menor que outro a depender do quociente eleitoral.

Certamente virão outras propostas como o distrital misto, no qual o eleitor vota duas vezes. Uma no candidato que seria eleito majoritariamente e outro numa lista pré-selecionada pelos partidos ou o distrital puro. Nesse modelo o Brasil seria divido por 513 distritos que é o número de deputados na Câmara Federal. No caso de Pernambuco teríamos 25 distritos e os eleitos seriam os mais votados nesses distritos.

A reforma tem outros pontos, como o fim das injustificáveis coligações. Mas o incrível é que ela cria um fundo público de campanha no valor de 3 bilhões e 600 milhões de reais para o financiamento de campanhas, além do fundo partidário já existente no valor de 898 milhões. O que esse povo tem na cabeça? Esse fundo partidário já é uma aberração, pois serve somente para sustentar a estrutura dos partidos políticos – alguns nanicos – e seus caciques, sem nenhum retorno para o povo.

De onde virá esse dinheiro?

Cadê o povo pra bater panela? Isso merece!

É certo que o sistema eleitoral e político-partidário no Brasil está falido, mas só mudará através de uma constituinte exclusiva para debater esse tema e outras reformas relevantes, sem atender a interesses de pessoas ou grupos hoje existentes, num congresso totalmente dissociado do povo. O congresso não vai ‘cortar na própria carne’ e essa reforma jamais sairá por ele.

Vivemos a síndrome da areia movediça, ou seja: quanto mais se tenta sair, mas se afunda!

Nivaldo Santino é advogado

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Nivaldo Santino é advogado

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VOCÊ PODE SER O PRESIDENTE DA EMPRESA EM QUE TRABALHA

Na vida, no amor, no estudo, no trabalho e no mundo empresarial se sobressaem vitoriosos somente aqueles que se dedicam de corpo e alma ao que fazem e ao que querem.

Jean-Paul Sartre, pensador existencialista francês, teve como base de suas obras a nítida convicção de que o homem é a medida de todas as coisas. Assim, não há limites para o homem, desde que ele se dedique e se prepare seriamente para aquilo que deseja.

Porém, não raro vejo com imensa tristeza muitos reclamarem porque não tiveram oportunidades, porque ninguém lhes deu uma oportunidade. Regra geral, as oportunidades não são dadas, mas conquistadas e conseguidas através do preparo, fruto de muito esforço, comprometimento e dedicação.

A esse respeito, William Shakespeare, na sua tragédia denominada “Hamlet”, profetizou que “Estar preparado é tudo”. Portanto, deseja ter a sua grande oportunidade e ser vitorioso? Não perca tempo. Não peça para ninguém. Prepare-se!

Ah, dizem alguns: mas isso é muito difícil e não temos condições. Há um ditado popular que diz que não há vitória sem sacrifício. E isso é um fato! As dificuldades são (e devem ser) superadas com a coragem, determinação, dedicação, comprometimento, correção de procedimento e muito – e muito – trabalho.

Vejamos, pois, alguns exemplos…

No amor, como fazer para ser feliz (e vencer)? Não há segredo: tem que dedicar-se, preocupar-se com o outro, respeitar, aceitar, renunciar, cuidar, zelar, ser feliz vendo e fazendo a outra pessoa feliz. O maior erro está em querer apenas ser feliz, quando a verdadeira e consistente felicidade deve estar na felicidade do outro, em fazer e ver o outro feliz.

No vestibular não é diferente. Caso você deseje passar no vestibular de medicina numa faculdade pública, o que fará? Não há meio termo: renunciar a quase tudo e estudar, estudar e estudar diuturnamente, todos os dias, inclusive sábados, domingos, feriados e dias santos, de manhã, de tarde e de noite. Do contrário, não haverá êxito.

De igual forma, caso você deseje fazer um concurso público para um excelente cargo e remuneração, o que fará? A mesma coisa: renunciar a quase tudo e ter dedicação e comprometimento integral para com os estudos. Estudar, estudar e estudar incansavelmente todos os dias e todas as horas até passar.

Da mesma maneira, caso você seja um atleta e deseje participar de uma olimpíada e vencer, o que fará? Treinar, treinar e treinar diuturnamente na mesma intensidade, procurando ultrapassar e superar todos os limites do seu corpo e da sua condição. Sem isso não há chance de vitória.

Pois bem. Se nos outros segmentos da vida é assim, para vencer requer extrema dedicação, como será, então, no mundo empresarial? Será diferente? Como o funcionário deve fazer para lograr êxito e ser promovido?

No mundo empresarial não é e não poderia ser diferente. Nele, somente se sobressaem aqueles que se dedicam e se comprometem extremamente para com a empresa; que conhecem as suas normas, regras, produtos e serviços; que trabalham com qualidade e apresentam bons resultados; que cuidam do empreendimento como se fosse a sua própria empresa, o seu próprio negócio.

Nesse cenário, pode-se resumir que o sucesso do funcionário está intimamente ligado ao maior ou menor sucesso que conseguir para a empresa (e para as outras pessoas). Quanto mais sucesso der para a empresa, mais sucesso terá. O contrário também é verdadeiro. Essa é uma regra básica para a empresa e para a vida.

Aliás, a regrinha básica de comprometimento e dedicação é, inclusive, imposta por lei para os diretores e presidentes das empresas.

O nosso Código Civil, no seu artigo 1.011, diz o seguinte: “O administrador da sociedade deverá ter, no exercício de suas funções, o cuidado e a diligência que todo homem ativo e probo costuma empregar na administração de seus próprios negócios”. O mesmo delineamento está imposto na Lei das Sociedades Anônimas (Lei nº 6.404/76, Art. 153) para os seus administradores.

Portanto, esse é o caminho basilar para todos os funcionários que desejam chegar ao topo da empresa em que trabalha: ser ativo e probo e cuidar dela como se fosse o seu próprio negócio, o que requer preparo, dedicação e comprometimento extremos.

Conclusão: se, para passar num bom vestibular, ser aprovado num bom concurso ou vencer numa olimpíada você renuncia a tudo e se dedica ao extremo em busca do seu objetivo, então, por que, como funcionário, você também não se compromete ao extremo com a empresa para assegurar a sua empregabilidade, lograr melhores cargos e salários e, futuramente, quem sabe, ser o seu diretor-presidente?

Muitos conseguiram. Você também conseguirá. Basta querer (e fazer)!

Paulo Alves da Silva é Advogado

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Sobre a inventada “ausência” de Cultura

Certamente você já deve ter ouvido alguém falar que “Fulano não tem cultura” ou “qual a cultura que aquela música transmite?”. Pois bem, como bem aculturados que fomos, pelos portugueses, imigrantes, e os seus respectivos valores, acabamos caindo no grande erro de querermos julgar a cultura alheia a partir da nossa.
Na sociologia, chamamos esta prática de etnocentrismo- quando alguém julga ser sua cultura superior em detrimento de outra. Porém, tudo e todos somos expressões culturais. Do ouvinte da MPB ao Funk carioca existe cultura permeando da criação da letra até a forma de se portar socialmente. Os valores estão imbricados nos vários contextos e nas construções e relações sociais.
Para o morador da periferia, o rap, o funk, o technobrega, por exemplo, transmitem cenas do seu cotidiano, suas lutas, revoltas, desejos, estilo de vida. Por outro lado, aqueles que  não se identificam com tais gostos musicais, reconhecem seus valores a partir de outros vieses. Mas isso não o Faz melhor nem pior do que o primeiro. Ambos têm cultura e sob este aspecto são iguais e se devem respeito.
O conceito oposto ao de etnocentrismo é o chamado relativismo cultural, ou seja, se cada um tem sua forma de se expressar culturalmente cabe a parte alheia relativizar ou não pré- julgar como certo ou errado. Apenas respeitar.
Adotar práticas como a do relativismo cultural nos faz ser mais tolerantes e nos ensina novos conceitos e perspectivas (para quem se permite a). Apesar dos exemplos seres musicais isso se estende a toda e qualquer forma de expressão cultural.
Mais relativismo!
Mais cultura!
E menos preconceito!

Mikhail Gorbachiov é Cientista Social pela UFPE

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Presidencialismo de Coalizão

Tecnicamente o presidencialismo de coalização seria a forma, através da qual, o executivo distribui cargos da administração pública em busca de apoio político para formar uma maioria no parlamento. Também conhecido popularmente como o: é dando que se recebe.

Os defensores desse arranjo argumentam que é uma forma de pacificar a relação entre os poderes, pois exige habilidade e negociação e a garantia de implementação do programa de governo apoiado por vários partidos. É bom lembrar que além de legislar o parlamento tem a função fiscalizar do executivo.

Na verdade trata-se de uma arrumação que compromete o poder legislativo e a representatividade, deixando o povo à margem das decisões de seu interesse. Essas negociatas desprezam a meritocracia tão exaltada para atender interesses nem sempre republicanos, com a nomeação de apadrinhados, sem qualificação para cargos estratégicos, quase sempre com a missão de institucionalizar práticas espúrias, como tem se visto nos últimos anos.

Essa prática teve início no governo Sarney que assumiu a vaga de Tancredo para um mandato de quatro anos, mas por meio de negociatas e favores, como se dizia na época-não havia ainda as tais emendas impositivas, ampliou o seu mandato para cinco anos. Também ali o congresso contrariou a opinião pública.

Na votação que aprovou o instituto da reeleição, beneficiando FHC, também denunciou-se o escândalo da compra de votos e o congresso, por sua maioria, mais uma vez ignorou a voz das ruas.

Houve, mais recentemente, distribuição de emendas para, tardiamente, tentar barrar o impeachment Dilma. Mas essa menos maceatada do que Temer, não conseguiu reverter.

Na votação que arquivou a denuncia, Temer deu a carga. Foi coisa nunca vista. As negociações foram escancaradas com ministros dentro do plenário negociando emendas, sem nenhuma cerimônia, já que não há ilegalidade, embora não seja moral.

O argumento é que as medidas são impositivas e estão previstas na lei. E estão. No entanto, neguinho sofre para desentravar emendas para suas bases em período de crise. Mas nessa semana a palavra crise foi esquecida. A farra foi grande!

O presidencialismo de coalização pode ter um nome bonito, mas tem uma história muito feia. E isso se dá porque estamos dormindo em berço esplêndido! Quando é que vamos acordar? É preciso que o povo, a sociedade civil, os movimentos de classes, as entidades representativas, comecem a pressionar para que se faça uma verdadeira reforma política, através de uma constituinte exclusiva que possa discutir todo o nosso sistema eleitoral e, principalmente a forma de governo.

Tentou-se o parlamentarismo em duas ocasiões, absolutamente impróprias. Após a renúncia de Jânio Quadros, para possibilitar a posse de João Goulart, num momento de extrema crise, que resultou no famigerado golpe militar e após o impeachment de Collor, através de plebiscito. Outro momento inoportuno.

O sistema político-eleitoral do Brasil ruiu. Não atende mais aos interesses da nação. E não adianta emendar e remendar. A reforma tem que ser basilar.

O que sustenta esse presidencialismo imperial é o frágil argumento da tradição. Tradição!? Se o nosso sistema de governo fosse o parlamentarismo não estaríamos vivendo essa crise infinda, pois para mudar um governo basta um mero voto de desconfiança. Um instrumento simples, sem que precisássemos viver essa agonia.

Em algum momento essa discussão virá forçosamente à tona.

Nivaldo Santino é advogado

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O desafio de Neymar é igual ao meu

O mundo assistiu espantado a transferência do atleta Neymar para um clube francês esta semana. Apenas a título de multa, foram milhões de dólares pagos para se ter o direito de ter o atacante em seu elenco nos próximos anos. Confesso que fiz, inutilmente, o exercício de simular o que eu conseguiria comprar com o salário astronômico do brasileiro, da mesma forma como faço por ocasião da Mega da Virada, por exemplo.

Mas não me espantou a quantidade de bens de luxo que eu poderia adquirir, ou o modo de vida tão diferenciado que um astro do futebol pode alcançar com o seu talento indiscutível. A declaração de Neymar a respeito de sua motivação para mudar de time – esta sim – me chamou a atenção: o desafio.
Apesar de não entender a graça que alguns nutrem pelo futebol, não discuto paixões. Assim, acho muito justo e merecido que ele tenha o salário que tem, pois, em seu padrão de trabalho, faz jus a ele. Da mesma forma, no meu ponto de vista, é indiscutível a motivação humana para realizar grandes feitos. Muitos destes grandes feitos podem até parecer singelos ou superados para alguns. É passar numa prova, adquirir a casa própria ou o primeiro veículo, conseguir um emprego, fazer uma viagem, namorar com a pessoa dos seus sonhos, conhecer um ídolo, publicar um livro ou artigo, ter um filho… Para outros, é recuperar a saúde, ter com o que alimentar os filhos nas refeições, poder pagar um plano de saúde, ir à praia de vez em quando, ou até mesmo conseguir andar, respirar, enxergar.
A verdade é que Neymar chegou ao detalhe: o desafio. Independentemente de quanto vale – financeiramente – cada uma destas pequenas conquistas, é o desafio que nos movimenta.
Não quero dar um tom de autoajuda a este artigo, mas sim fazer uma reflexão. Até mesmo os tão criticados livros de autoajuda chegam ao ponto que Neymar chegou: o desafio. Quando os gurus – e até as pessoas de talento que atingem o sucesso nas mais diversas áreas – se referem a este tal de sucesso, parece até que nos responsabilizam exclusivamente por consegui-lo ou não. Mas caiu hoje a ficha: não é isso que eles dizem este tempo todo. Na verdade, se não podemos ser responsáveis pelas consequências, o somos pelas causas. O desafio é a causa. Ser movido pela vontade de conseguir é o impulso em comum entre Neymar e seus milhares de dólares de salário e o pai de família que chega em casa com a certeza de que poderá alimentar seus filhos. É o desafio vivido a causa do sucesso de Neymar, como é também o motivo de vencer o medo de falar em público, de conseguir um trabalho, de melhorar como seres humanos.
Nestes tempos confusos, estranhos, fica a reflexão para que não deixemos o descrédito superar o desafio que impulsiona cada um de nossa. É o desafio de criar, trabalhar, aprender, produzir que nos impulsionará em direção a conquista cada vez maiores, porque somos inquietos e inconformados por natureza, e isso é bom. No final das contas, isso é o que melhor poderia ser.
Um viva aos desafios! Um viva às conquistas, cada uma de uma vez!
PS: Quanto a Neymar, se precisar de um desafio maior, o Náutico está de portas abertas (por enquanto) para você. Só não demore. Por ora, sucesso.
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PARTE FINAL- REFORMA TRABALHISTA PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS: E AGORA? COMO FICARÁ A SITUAÇÃO EMPREGADO/EMPREGADOR COM AS ALTERAÇÕES QUE VALERÃO DAQUI A QUATRO MESES?

Finalizando nosso encontro de três finais de semanas falando sobre a reforma trabalhista que irá vigorar a partir de novembro de 2017, além dos principais pontos positivos e negativos destacarei em nosso último encontro, sobre pontos que ao meu ver são pontos neutros, ou seja, favoráveis ou não depende da situação do empregado.

FAVORÁVEIS AO TRABALHADOR

Na JORNADA DE TRABALHO atualmente são 8 horas por dias mais 2h extra diárias, 44 semanais e 220 mensais. A partir de novembro poderá ser 12 por 36 de descanso, 44h semanais ou 48 c hora extra, aqui haverá uma flexibilização para negociar o horário a disposição do empregador.

Em relação a MULTA FALTA DE REGISTRO NA CARTEIRA atualmente é um salário mínimo regional. Porém a partir de novembro será de R$ 3000,00 reais ou R$ 800,00 reais para microempresa ou empresa de pequeno porte, ficando mais duras as penalidades para quem não registar devidamente seus empregados.

PONTOS NEUTROS

A DESOBRIGATORIEDADE DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL OBRIGATÓRIA,  apesar do enfraquecimento dos sindicatos, não acho justo aos que não tem amparo de seu sindicato serem obrigados a contribuir, aos que tem amparo, é importante que os sindicatos atuantes modernizem seu modo trabalho de forma que atraia mais associados, então aqui pode ser bom para alguns empregados no caso os que não tem amparo de seu sindicato, e para os empregados que seus sindicatos tem efetiva atuação ao meu ver foi um ponto negativo.

Se por um lado a TERCEIRIZAÇÃO trazida na reforma iguala as condições dos trabalhadores terceirizados aos trabalhadores convencionais naquela empresa, por outro lado aumenta o risco dos atuais funcionários serem trocados por terceirizados, vale salientar que o trabalhador demitido so pode ser contratado como terceirizado após 18 da sua demissão pela mesma empresa que o demitiu.

No DISTRATO agora existe a possibilidade de movimentar 80% do com pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS que o empregador paga, sendo revertido para o empregado, porém que faz esse acordo abre mão do seguro desemprego, nesse caso meu receio é de como será a abordagem das empresas, pois há grande risco de coação ao empregado para que o mesmo seja obrigado a aceitar este acordo, por outro lado se você estiver a um bom tempo na empresa esse acordo pode sim ser mais vantajoso que o seguro desemprego.

O INTERVALO de 1h para meia hora mediante acordo, pode ser vantajoso ou não para o empregado depende de cada situação.

FAVORÁVEIS AO EMPRESARIO

O AUTÔNOMO EXCLUSIVO a disposição de uma empresa em determinado dia não gera vínculo, exemplo do mecânico ou técnico em informática que tem seu negócio e presta serviço para uma determinada empresa semanalmente.

O TEMPO NA EMPRESA como deslocamento, estudo, alimentação, interação, e quando as empresas não exigirem que higiene e de troca de farda seja obrigatoriamente dentro da empresa não computa tempo a disposição do empregador.

Na GRAVIDEZ, gravidas agora poderão trabalhar em ambiente de insalubridade pequena ou média quando houver atestado médico excluindo o risco a criança e a mãe.

O PRÊMIOS E GRATIFICAÇÕES E ALGUMAS VIAGENS, não constituirão mais o salário do empregado para fins de FGTS e INSS.

Diante de tudo isso, se conclui que mexer no direito do trabalhador sempre trará polemica, e a reforma visa valorizar os acordo entre empregado e empregador sobressaindo sobre a lei, sando uma flexibilidade as relações de trabalho respeitando os limites impostos pela CLT, se você é contra ou a favor é um direito seu de cidadão se expressar, porém a reforma trabalhista é uma realidade, e cabe a ambos se informarem acerca do assunto e tirar o melhor para si, cada um tem sua maneira de pensar e deve ser respeitada cada ponto de vista desde que não haja agressão ao próximo, em MINHA OPINIÃO como brasileiro espero que esse tiro dado pelos nosso representantes dê certo, e que os empresários tenham mais condições de contratar e o desemprego em nosso país diminua, impulsionando nossa economia, porém so saberemos com o tempo.

Abraço a todos,

Neto Torres/Advogado

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NÃO SOMOS LIVRES

A grande mágica da vida – inclusive para a nossa felicidade e prosperidade – está em saber e aceitar que não somos completamente livres.

Ah, eu sei, alguns – poucos por sinal – não gostam e não querem sequer ouvir esse enunciado, mas, para mim, aquela a verdade que faz a diferença.

A arte de bem viver está em compreender com a devida profundeza que, na vida em sociedade, não somos, não podemos e não devemos ser completamente livres.

Isso é um insulto? Não, é uma realidade. Quem prega o contrário, engana! Todos têm direitos, sim, e são muitos, mas também têm obrigações, muitas delas oriundas do próprio direito natural, que não está escrito.

Na verdade, não somos livres quando nascemos porque (naturalmente e legalmente) dependemos completamente dos nossos pais.

Não somos livres no lar paterno porque também devemos obedecer aos ditames e às orientações dos nossos pais.

Não somos livres quando vamos à igreja, à escola etc. porque devemos obedecer as suas regras.

Não somos livres como empregados porque devemos observar as normas da empresa e às ordens do patrão.

Não somos livres como empregadores porque temos normas, regras e regulamentos que devem ser cumpridas.

Não somos livres como empresários porque devemos atender as normas regulamentares e satisfazer as necessidades e interesses dos clientes.

Não somos livres no casamento porque devemos com naturalidade aceitar as diferenças, compreender as vicissitudes e dar satisfação.

Finalmente, não somos completamente livres na vida em sociedade porque há regras e normas que devem ser observadas e obedecidas.

Tais regras – da vida em sociedade – estão baseadas no princípio simples, natural e legal de que o direito de um termina quando começa o do outro.

Em suma, para viver bem em sociedade basta apenas isso: respeitar o direito do outro.

Portanto, quem se adapta facilmente a esse enunciado – respeitar o direito do outro, dando a cada um o que é seu; sendo justo, correto e honesto – consegue ser respeitado, ter prosperidade e ser muito feliz.

Simples assim.

Paulo Alves da Silva é Advogado

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O CONGRESSO NACIONAL CUSTA R$ 1,1 MILHÃO POR HORA

O Jornal do Commercio de amanhã, 30.07.2017, trará a matéria de capa com a seguinte manchete: [o Congresso Nacional] custa R$ 1,1 milhão por hora.

De acordo com a matéria, o Senado Federal e a Câmara dos Deputados custam por ano à nação brasileira R$ 10,1 bilhões (de reais).

Segundo a ONG Contas Abertas, o Congresso brasileiro é o segundo mais caro do mundo, ficando atrás apenas do Congresso dos EUA.

Contraditoriamente, sendo ele o segundo Congresso Nacional mais caro do mundo, transparece aos olhos do povo brasileiro como sendo o menos ineficaz e o mais corrupto do mundo.

A sua composição é 513 deputados federais e 81 senadores da república, que, com as suas regalias, mordomias e apadrinhamentos, torram diariamente toda essa fortuna.

Mas lembremo-nos que ainda existem 27 assembleias legislativas com 1.059 deputados estaduais e 5.570 municípios com 57.931 vereadores.

No final das contas, o custo do legislativo brasileiro (com os senadores da república, deputados federais, deputados estaduais e vereadores) é algo quase que inimaginável e gritantemente insuportável…

Sabemos perfeitamente que isso é o retrato e o custo da “democracia”, mas, na atualidade, realmente precisamos de todos eles e de todo esse custo?

A carga tributária no Brasil é elevadíssima, sendo uma das mais altas do mundo, e, mesmo assim, a União, os Estados, o distrito Federal e os Municípios estão quebrados, deficitários e tecnicamente falidos.

Conforme se vê, o dinheiro público parece simplesmente desaparecer e não dá para quase nada, pois os serviços públicos essenciais estão entre os piores do mundo…

Portanto, fica a pergunta: será que já não passou da hora da população brasileira questionar todo esse contingente legislativo e todo esse custo? Realmente, podemos e precisamos custear tudo isso?

Paulo Alves da Silva é Advogado

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A Cultura da Celebração

Pasmem! Mas Temer declarou que a população brasileira não tem a cultura da celebração. No seu dizer, queixou-se que o seu governo está sendo incompreendido e não vem tendo o reconhecimento que deveria o que é, decerto, uma ingratidão do povo. Em seu constante devaneio, imagina ele que a população deveria estar saudando-o e a baixíssima popularidade é uma injustiça.

Ora! Em que planeta habita o postiço? Isso é algo realmente hilário! Como pode estar o mandatário tão distante da realidade? Quando vai cair a ficha? Não vai cair.

Infelizmente o tempo atua em seu favor, já estamos prestes às novas eleições e em todos os cenários discutidos a sua mantença no cargo parece cada dia mais possível. Não por falta de motivos para Cassá-lo, mas por mera acomodação e lapso temporal.

Também em função de um Congresso mais que omisso, tristemente cúmplice. Não se vislumbra alternativa. A população está inerte e parece que desistiu. Essa inércia dá-se também pela falta de credibilidade dos demais entes políticos e o povo cansou de trocar seis por meia dúzia ainda que haja diferenças pontuais.

Esse é um momento único na nossa história. Certamente o mais crítico do período democrático e o pior disso é que estamos achando normal. A exceção virou regra.

Recebi nesses dias uma mensagem no whatsApp, atribuída a Nelson Rodrigues (não sei procede), que teria dito: “ Os idiotas vão tomar conta do Brasil, não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos”. Não sei se é mesmo de Nelson Rodrigues, mas faz sentido.

A política ciência e arte nobre está nivelada por baixo. A ponto de Temer Lamuriar que ao invés de ser criticado ou rejeitado deveria estar sendo aplaudido e celebrado pelos seus feitos.

Há de se recorrer ao sempre atual Francisco Buarque:

Por esse pão pra comer,

por esse chão pra dormir A certidão pra nascer

e a concessão pra sorrir Por me deixar respirar,

por me deixar existir ….Deus lhe pague!

Pronto! Está celebrado!

Nivaldo Santino é advogado

Último artigo publicado:Bloco do eu sozinho

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PARTE 02 – REFORMA TRABALHISTA PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS: E AGORA? COMO FICARÁ A SITUAÇÃO EMPREGADO/EMPREGADOR COM AS ALTERAÇÕES QUE VALERÃO DAQUI A QUATRO MESES?

Por motivos pessoais não pude opinar semana passada, mas essa semana estou de volta firme e forte. Bem continuarei expondo mais pontos favoráveis e desfavoráveis ao empregado, em relação a reforma trabalhista sancionada dia 13/07/2017 e 14/07/2017, foi publicado no Diário Oficial da União, no qual valerá 120 dias a partir da sua publicação, ou seja mais ou menos terceira semana de novembro a reforma estará vigorando.

Outro ponto positivo que merece destaque é o chamado HOME ÓFFICE, ou “trabalho remoto”, no qual são as pessoas que trabalham em casa para determinada empresa, exemplo um advogado que trabalha para um escritório redigindo peças jurídicas de sua própria casa e enviando para empresa, ou jornalistas, técnicos em informática, dentre outros que trabalham para uma determinada empresa porém executam suas atividades de casa, o que antes não existia nada a respeito dessa modalidade de trabalho, agora com a reforma foi trazido e a novidade é além do reconhecimento dessa atividade, o que for usado como energia, computador, internet, telefone, tem que colocar em contrato e negociar com o trabalhador como será o pagamento dessas despesas.

Por outro lado se uma modalidade ao meu ver foi uma inovação positiva para o empregado, foi também reconhecido uma modalidade que na teoria pode até dar certo porém na prática fico com receios, no qual classifico como ponto negativo, que é o TRABALHO INTERMITENTE, ou prestação de serviço contínuo, de horas, dias, ou meses, e ao fim paga tudo o que se tem direito, exemplo um garçom que trabalha para determinada empresa de buffet, ele recebe pelo dia de trabalho como prestador de serviços e agora se enquadra na modalidade de trabalhador intermitente, até aí tudo bem, ele irá trabalhar por exemplo dois dias  para a empresa ao fim do trabalho, receberá todas as verbas que lhe são proporcionais referente a dois dias de trabalho. Porém o que me preocupa é aquele trabalhador que é funcionário fixo de uma grande rede de restaurantes, pois nesse caso a empresa poderá optar em mudar a modalidade de trabalho para intermitente, e esse trabalhador que tem uma estabilidade naquela empresa não terá mais, ou seja a partir do momento que se faz o contrato nessa modalidade provavelmente haverá uma redução salarial  além da insegurança quanto a renovação ou não do seu contrato.

BOM FINAL DE SEMANA A TODOS!

Último artigo: REFORMA TRABALHISTA PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS: E AGORA? COMO FICARÁ A SITUAÇÃO EMPREGADO/EMPREGADOR COM AS ALTERAÇÕES QUE VALERÃO DAQUI A QUATRO MESES? – PARTE 01

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Você samba de que lado….De que lado você samba?

Historicamente, o Brasil tem 517 anos. São 389 anos divididos entre Colônia e Império e 128 em República. Temos democracia há apenas 29 anos, e esta tem causado um enorme desconforto para as classes dominantes do país, mas também para muitos que mesmo longe do Brasil anti-democrático ainda pensam como pessoas colonizadas.

Imagine viver aproximadamente 6% da sua vida tendo o direito de exprimir seu pensamento sem sofrer repressão ou censura. Imaginou? Então… seja bem vindo ao Brasil, na teoria.

Na prática, o Brasil continua a busca incessante pela tão almejada democracia. Na prática, brasileiros e brasileiras dizem não ter preconceito, homofobia, machismo, sexismo e outras aberrações, desde que não convivam com os direitos dos negros e índios; da população LGBT e das mulheres.

Em um Brasil não tão longe (basta voltarmos a 1964) quem exprimia o seu pensamento era censurado, torturado e até morto por não concordar com o pensamento imposto pelo grupo dominante.

Mais atrás veremos que o Brasil indígena foi massacrado pela Coroa Portuguesa e pelos ideais da Igreja da época, que abominava o politeísmo indígena.

Hoje, apesar da Constituição de 1988 ser tida como cidadã por garantir direitos onde antes eram tratados como benesses, a coisa não saiu do papel. Como pode existir cidadania e direitos se o trabalhador se cala diante do pensamento do patrão? Como pode existir democracia se se impõe o pensamento do topo da pirâmide social?

Se no Brasil (nível macro) está assim, imagine em cidades interioranas que se distribuem em nossos estados. Imaginou? Pois bem, o pensamento provinciano e neocoronelista ainda impera. Quem tem farda dá toque de recolher; quem tá na maquina pública persegue politicamente; quem é patrão acha que pode escravizar seu trabalhador; e muitos que são trabalhadores acham que podem ser escravizados.

Chegamos num momento histórico onde é preciso, mais do que nunca, se dizer de que lado está. A sociedade precisa ter de forma clara o que cada um pensa ou pretende. Chegamos num estado em que o problema não é ser de direita ou de esquerda (nunca foi), o problema de fato é dar crédito a pessoas que vem com discurso de canto de sereia e perceber que o que tem por trás é um punhal pra te empunhar nas costas.

Posicione-se!

Mikhail Gorbachiov é Cientista Social pela UFPE

Último artigo publicado:Estaríamos à beira de uma “Grande Depressão”?

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ALTRUÍSMO QUE INSPIRA

Essa semana vivenciamos a passagem do aniversário de mais um filho ilustre de nossa cidade, um fato comum e corriqueiro na vida de qualquer munícipe, mas nesse caso, não se trata de uma pessoa qualquer, esse dito cidadão mostra a seus conterrâneos diariamente, o que é ser exemplo de altruísmo e servidão ao próximo, quem o conhece sabe do que estou falando, dificilmente se houve um não de sua boca, como dizem alguns, de tão bom, acaba não prestando, herdeiro dos feitos de seu avô, o ex prefeito Narciso Lima (in memorian), trás à tona, a perseverança de uma vida melhor para sua gente, esquecendo as vezes, de viver sua própria vida, a qualquer que seja a hora, em sua casa, na rua, nos consultórios, com dinheiro, sem dinheiro, ricos, pobres, sem distinção de raça, cor ou religião, muito menos, poder aquisitivo, servir é sua maior alegria de vida, o brilho em seus olhos mostra a sua satisfação em tudo isso, enveredou na política no início dos anos 90, em suas empreitadas como vice prefeito, deputado e prefeito, chegou a seu mandato nos anos 2000, por querer acertar demais, infelizmente, pecou em alguns pontos, o que tiraram dele sua reeleição, mesmo assim, não se abalou, e continua altivo em seu propósito, mesmo convalescendo não esmoreceu, sua luta diária é de deixar qualquer adolescente cansado só de pensar, guerreiro que acorda cedo e dorme tarde, incansável em sua lida diária de proporcionar saúde e bem estar aos que o rodeiam, quem não lhe deve um favor direto ou indiretamente que atire a primeira pedra, seja com uma consulta por telefone ou receituários rabiscados em guardanapos ou um papel qualquer, com atendimento em lugares inusitados e até cirurgias encaixadas em cidades vizinhas. Quem acaba ganhando somos todos nós, que o podemos chamar de amigo, e por que não, irmão, que ama em seu íntimo a sua profissão e a sua cidade, lutando incansavelmente por dias melhores para todos, referência política e de cidadão engajado na luta, ensaia seu retorno à política, agora mais fortalecido, trás consigo o aprendizado das experiências anteriores, e aglutina um legado, que poucos tem em suas vidas, desejo sorte e muita saúde MARCONE DE LIMA BORBA, que Deus possa nos dar a honra de sua companhia por muitos mais anos nesse plano, e que seu legado possa ser lembrado e extendido cada vez mais, através daqueles que você inspira, porque frutos já estão sendo colhidos, exemplo disso é seu filho Breno, que vem se tornando uma grande liderança com os sábios ensinamentos do pai, que a nova geração aprenda o que é ser servil com seus atos, independente de qualquer coisa.

Último artigo:MOTO FEST: MAIS UM CICLO ENCERRADO

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Máximo Neto é comunicador

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“Tenho absoluta convicção de que meu amigo não fez por mal”

Recentemente, um amigo me convidou para participar de um evento em que se discutia o cenário político nacional. A despeito de me sentir lisonjeada pelo convite, e de acreditar realmente que a participação de um cidadão na política também inclui opinar, sugerir e reivindicar, sua fala me chamou a atenção. Na formulação do convite, estava imbutida uma tentativa – tenho certeza que inconsciente – de compensação social: “Precisamos de mulheres falando a respeito disso. Conhecemos poucas e, destas poucas, a maioria não topa falar”.

Tenho absoluta convicção de que meu amigo não fez por mal. Na verdade, poucos perceberiam – talvez nem mesmo eu, em outros momentos – que o convite feito desta maneira carrega, como já mencionei, uma tentativa de compensação social.
Não foi por este convite em específico que resolvi escrever sobre este tema. Franca como sou, sequer me identifico com a causa dita feminista que, para alguns, não passa de modismo, enquanto em geral é tão mal interpretada quanto a suposta tentativa de inclusão feminina na pauta política através de um convite que se justifica meramente a partir do meu gênero. Passou a me incomodar, na verdade, o fato de que não só este convite como na verdade TODOS se ampararam no fato de eu ser mulher, e não no fato de eu ter uma opinião consistente a apresentar. Ora, como disse, me senti lisonjeada e, acredito, já consigo despertar uma impressão diferenciada unicamente  porque, dentre as poucas que “sabem falar de política”, eu “consigo falar de política”. Em verdade, fiquei pensando que a minha posição social já pode ser considerada privilegiada.
Hoje em dia, somos “beneficiados” com uma série de cotas, sobre as quais, a propósito, tenho uma visão bem peculiar, mas que não é objeto deste artigo. Como disse, em todas as vezes que me convidaram para tratar opinativamente do tema, a justificativa – pelo menos a que me deram – é porque sou mulher. Mas, embora compreendendo que não há má fé na fala, me senti uma beneficiária de cota social, e fiquei pensando em como sempre foi assim na turminha do colégio, no emprego, na faculdade, no ambiente de trabalho… e como temos, como mulheres, incentivado isto. A culpa é um substantivo feminino. Mais do que isso, é um sentimento que acomete fortemente as mulheres, sem dúvida, muito mais do que os homens. Então, até quando a mulher se candidata a um cargo político, por exemplo, dificilmente será a decisora do partido, da coligação nem, na maioria das vezes, da própria candidatura! E quando a mulher revebe um convite como eu costumo receber com frequência, e, eventualmente o aceita, ainda tem que lidar com a tal da culpa por ainda não ter conseguido se afirmar socialmente. Por outro lado, se nega o convite, perde a oportunidade de, mais uma vez, provar que possui conteúdo, que “sabe”, “consegue” e vai falar, mesmo que muitas das poucas que sabem não queiram. No final das contas, o que nos revolta é que, independentemente da decisão, ela sempre tem ocorrido em função de um convite masculino. De uma aprovação masculina. De uma consentimento masculino.
Certa vez, um senhor quase provocou um acidente batendo no meu carro ao não me deixar passar numa via que eu claramente detinha a preferência. Paramos o carro e eu esperei solenemente a sua reação. Em vez de um pedido de desculpas, percebi uma espécie de solidariedade, quando ele simplesmente acenou para me deixar passar como se estivesse me fazendo um favor. Parece besteira? Pareceria besteira se eu fosse um homem?
Esta inadequada condescendência é o que ainda permite o comportamento de compensação social. Talvez – muito provavelmente – seja um componente cultural que permeia as relações entre homens e mulheres, ou entre o que se entende por perfil masculino e feminino, mas já é um passo além da discriminação velada, da quase constatação da incapacidade da mulher de tratar de certos assuntos, embora o discurso social de hoje seja outro.
Compensações sociais à parte, o que acham que fiz? Aceitei ou não o tal convite? E você: como reagiria?
Janaina Pereira é Administradora
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MOTO FEST: MAIS UM CICLO ENCERRADO

Tradicionalmente os encontros motociclísticos foram criados como uma forma de união entre os seus participantes, afim de promover a interação, e, acima de tudo, dar um motivo para que se coloquem as motos na estrada. Outro ponto é a divulgação e o turismo das cidades que recebem esse eventos. Bezerros, não diferente das demais, se beneficia diretamente deste tipo de festa, que está inserida no calendário de eventos da cidade e do estado, desde a sua criação, tudo começou em 2002, quando acontece o Mini encontro de motociclistas em um domingo de agosto, reunindo motociclistas de todo o nordeste, depois do sucesso e da cobrança de todos os presentes, veio a conclusão que sim, merecíamos um evento de três dias, assim sendo, se inicia o ciclo do Bezerros Moto Fest, que neste ano completa a sua décima quarta edição, muitas dificuldades surgiram, percalços, e uma longa estrada percorrida até aqui, com a passagem de várias gestões, encontramos apoio, mas também muita resistência de alguns que acham se tratar de uma festa desnecessária, ou que não lhe traga nenhum benefício eleitoreiro ou financeiro, como costumamos dizer, independente da organização, ou de seu idealizador, a festa é da cidade, que lota seus hotéis, restaurantes, movimenta o comércio, e traz divisas ao município. Certa vez ouvimos de um gestor, quando dito ao mesmo que a expectativa de injeção na economia local, de quase 2 milhões de reais em apenas (2) dois dias, por dados, inclusive levantados através de pesquisa feita por alunos de turismo e economia de uma faculdade vizinha, a reposta foi direta: ‘me arrume esse dinheiro que a gente faz na hora’, desdenhando ou mostrando total ignorância sobre o assunto. Depois de sua décima segunda edição, por não termos mais a capacidade de investimento, com a vinda de uma atração musical de peso, decidimos reoxigenar a festa a levando para a serra Negra. Com certa resistência levamos a festa para um lugar que, por si só, já atrai inúmeras pessoas diariamente. Com elogios e críticas, pelo segundo ano, fechamos mais um ciclo, há quem diga que houve um considerável crescimento no número de participantes, sou um pouco mais realista, podemos e queremos sim melhorar, mais como diz o ditado: uma andorinha só não faz verão, muito ajuda quem não atrapalha, é preciso acreditar mais no potencial de nossa terra, e acima de tudo de nossa gente, guerreira, hospitaleira, ordeira e pacífica, que anseia por dias melhores, e que no olhar futurístico de um de seus filhos ilustres também levou nome de louco, e hoje colhemos os frutos de sua luta, enfrentando barreiras e preconceito dentro de casa, com isso hoje, podemos dizer, o turismo sempre foi o passado, presente e o futuro do nosso povo, vamos fazer mais, valorizar mais, pensar mais, mesquinharia e pequenez não salvaguarda ninguém, quando o bem comum, o coletivo é o maior interessado.

Máximo Neto é Comunicador

Último artigo:CIDADE SEM PASSADO, É CIDADE SEM PRESENTE E SEM FUTURO

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Bloco do eu sozinho

Em quase todas as classes sociais e faixas etárias são comuns declarações de que não se gosta de política. Na prática, porém, a história é diferente. Fala-se de política o tempo todo e em todos os lugares. Estamos a pouco mais de um ano das eleições para presidente, governador, senador e deputados estaduais e federais. Aumenta as especulações em torno de nomes para a disputa. Com a crise institucional que vive o país, o cenário é incerto e fica difícil fazer qualquer previsão, pois tudo pode acontecer.

Nos bastidores também há movimentações em torno da longínqua eleição para prefeito e vereador, que só acontecerá em 2020. Todo dia surgem chapas e nomes. Há pessoas que, como não são lembradas, elas próprias se insinuam pra ver se cola.

É sabido que uma candidatura, a qualquer cargo, não nasce somente da vontade do postulante. É preciso um conjunto de coisas. Carece de combinações imprescindíveis e o alinhamento de um conjunto de fatores. Também tem um tempo preciso. Não é data. É tempo. Há de se fazer a leitura exata e identificar o momento certo. Nem antes, nem depois.

A candidatura tem que dizer algo. Chegar às pessoas e motivá-las. O que faz uma candidatura se avolumar é o seu programa. O seu discurso. Somente o nome do candidato é muito pouco. O que vinga é a ideia e o encaixe da proposta.

O enciclopédico Ulisses Guimarães, seguramente um dos personagens mais importantes da história política do Brasil, dizia que “tem que se ouvir a voz rouca das ruas”.

A autossugestão não funciona. Candidato de si mesmo não decola.

Nivaldo Santino é advogado

Último artigo publicado: A solidão do Chapolin Colorado

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AUMENTO DO IMPOSTO SOBRE COMBUSTÍVEIS MAIS UM PACOTE DE MALDADE

Na quinta-feira passada, o Governo Federal editou o Decreto nº 9.101, de 20.07.2017, aumentando ao máximo o limite das alíquotas de impostos incidentes sobre os combustíveis.

De acordo com a Receita Federal, as novas alíquotas de impostos sobre os combustíveis serão as seguintes:

Quadro: Novas alíquotas Ad rem (alíquotas específicas) PIS/Cofins – Combustíveis

Conforme se vê, o governo prevê uma receita adicional de 10,4 bilhões de reais até o final do ano, valor esse que será retirado à força dos bolsos de cada um dos brasileiros.

Segundo o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, o aumento se fez necessário para o equilíbrio das contas públicas. Será?

Conhecidamente, as contas públicas do Governo Federal (e também as dos Governos Estaduais e Municipais) estão deficitárias, porém a culpa não é dos brasileiros…

Infelizmente, no Brasil o povo paga uma das cargas tributárias mais altas do mundo e, em contrapartida, recebe um dos piores serviços públicos do mundo. Por quê?

A onde está, então, o dinheiro dos nossos impostos? A resposta não parece fácil, mas, como todo brasileiro é um bom “palpiteiro”, se pode fazer alguns prognósticos, a saber:

a) aparelhamento do Estado e inchaço da máquina pública: nos últimos anos foram criadas mais 40 empresas estatais, que hoje operam no vermelho e com grande prejuízo; tínhamos 26 ministérios e chegamos a ter 39 somente para agasalhar interesse político e base aliada, quando na Alemanha, que é a quarta maior economia do mundo, tinha apenas 16; elevação exacerbada do número de servidores públicos, cujo valor com a folha de pagamento mais que duplicou etc., etc.

b) privilégios exacerbados para algumas poucas castas do serviço público: segundo estudo da ONU, o Congresso Nacional é, dentre 110 países analisados, o segundo mais caro do mundo, ficando atrás apenas dos EUA; garçons do Senado Federal chagam a ganhar até R% 15 mil por mês; na Câmara de Vereadores de SP, manobristas chagam a ganhar até R$ 15 mil, engraxates até R$ 10 mil, copeira até R$ 13 mil e ascensorista até R$ 11 mil. O Poder Judiciário brasileiro é um dos mais caros do mundo, chegando a ser 10 vezes mais caro do que o dos EUA.

c) incompetência gerencial e desperdício de dinheiro público: o Brasil é administrado por políticos, e não por gestores, que, lamentavelmente, passam grande parte do seu tempo muito mais se defendendo de acusações de corrupção e de desvio de dinheiro público do que administrando; há ministros que passavam anos sem conseguir despachar com o Presidente da República para discutir e alinhar planejamentos e prioridades. Com isso, há aplicação de muito dinheiro em obras eleitoreiras e não necessárias. Tivemos nos últimos tempos Copa do Mundo, Olímpiadas, Paraolimpíadas etc. Construímos estádios de futebol padrão Fifa em localidades que sequer “existiam” times de futebol; construímos a cidade da copa no RJ, quando, hoje, os servidores públicos estaduais estão passando fome e recebendo cesta básica da população; a quantidade de obras “faraônicas” iniciadas e abandonadas é inimaginável, tudo isso com grande desperdício de dinheiro público…

d) gestão voltada para a corrupção e para benefícios financeiros, políticos, familiares e pessoais: ah, sobre isso, nem precisa falar, pois os fatos são públicos e notórios. Veja-se o rol de grandes obras iniciadas de superfaturadas; veja-se o caso do ex-Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e etc…

Portanto, a atual imposição de aumento da carga tributária (sobre combustíveis) à nação brasileira é um grande despautério e um verdadeiro acinte à sua população que vive sendo diuturnamente explorada e que, por isso, completamente estrangulada….

O Governo Federal está deficitário por culpa única e exclusiva de mau gerenciamento dos recursos públicos, manutenção e concessão de privilégios e exacerbada corrupção….

Até quando, Brasil?

Paulo Alves da Silva é Advogado

Último artigo publicado: PARA ONDE ESTAMOS CAMINHANDO?

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Estaríamos à beira de uma “Grande Depressão”?

Operação Lava-jato. Um golpe orquestrado para impedir o mandato de uma presidenta, legitimamente, eleita. Dois anos seguidos de recessão econômica. Crescimento vertiginoso do índice de desemprego no País. Descrença nas instituições públicas e nos políticos. Instabilidade política, financeira e social. Juros altos. Reforma Trabalhista e da Previdência.

Essa é uma lista breve das coisas que assolam o país no decorrer dos últimos dois anos.

Como você se sente ao dormir com o preço da gasolina em 3,09 e ao calar da noite sofrer um aumento de quase 0,50 centavos? É confortável para você perceber que a cada dia mais aumentam os números da mendicância no país (coisa que há muito não se via)?

E o que você tem haver com tudo isso? Talvez você seja daqueles que está na posição de afetado, mas sente-se extremamente confortável em tecer comentários do tipo:” Isso é culpa de nossos políticos que são bandidos”; “Isso é Brasil” e etc…. Mas o que de fato você faz pra mudar isso? Na maioria das vezes, você que tanto fala, na verdade não faz nada. Pois é, a tendência é que você seja imóvel a tudo isto que está aí.

Você procura respostas fáceis que só pioram o problema. Você é contra quem protesta porque acha que seu silêncio muda algo. Mas… PARÁBENS… estamos aqui por que você contribuiu para isso.

Daqui pra frente como será? Não sabemos ao certo. O cenário econômico não é dos melhores e nem vislumbra uma retomada. Com a reforma trabalhista os direitos do trabalhador brasileiro se dissolvem e voltaremos ao período escravocrata. Sem falar que se aposentar será algo tão comemorado quanto a descoberta do elixir da longa vida pelos alquimistas (detalhe: eles nunca conseguiram).

Momentos como estes já foram experienciados no mundo afora, como nos Estados Unidos em 1929 e 1930. E o resultado não foi tão bom. É salutar lembrarmos que em alguns países como Alemanha e Itália, a grande depressão contribuiu para o levante de regimes totalitários e de extrema direita nazi-fascistas.

Mas voltando pra cá… Como anda o Brasil? Estamos ruim, camaradas. Beirando um abismo sem fim, e diga-se de passagem a coisa tá tão complicada que tem até grupo organizado como aquele que levou Hitler ao poder na Alemanha.

Desejo luz e livros para nosso povo.

Mikhail Gorbachiov é Cientista Social pela UFPE

Último artigo publicado:Não é porque estou na roda, que terei que dançar.

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NOTA EM APOIO AOS NOSSOS COLUNISTAS

Paulo Alves, Máximo Neto, Mikhail Gorbachiov, Neto Torres, Nivaldo Santino e Janaina Pereira

A redação do bezerroshoje.com vem a público informar sobre certos desconfortos que alguns dos nossos colunistas vem enfrentando em nossas redes sociais, simplesmente por escrever aquilo que alimenta o debate democrático. Algumas pessoas com viés ideológicos ultrapassados tentam levar o debate para o lado pessoal, ácido e de extrema intolerância. Queremos aqui agradecer a coragem dos nossos colaboradores, que, gentilmente, se doam para escrever pautas tão importantes para a nossa sociedade. A redação do bezerroshoje.com teve o cuidado na hora de convidar pessoas para escrever artigos semanalmente para o veículo. Eliminamos de cara pessoas que pregam o ódio nas redes sociais e são intolerantes com a opinião contrária. Mais uma vez, agradecemos a gentileza dos nossos colunistas pela dedicação, respeito e, principalmente, por passar conhecimentos aos nossos leitores e até para nós da redação. Seguiremos em frente!

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